A quem aqui passar, desejo tudo o que cabe nestas mãos. Seja por que ordem for: paz, amor, fé, esperança, acreditar. Um BOM NATAL para todos!
| CARVIEW |
Select Language
HTTP/2 200
content-type: text/html; charset=UTF-8
expires: Thu, 29 Jan 2026 01:16:36 GMT
date: Thu, 29 Jan 2026 01:16:36 GMT
cache-control: private, max-age=0
last-modified: Fri, 19 Sep 2025 07:16:17 GMT
etag: W/"604585d02daa6d54505639f05240cb5523baa465dd5bee853f77df41b9479abc"
content-encoding: gzip
x-content-type-options: nosniff
x-xss-protection: 1; mode=block
content-length: 13173
server: GSE
alt-svc: h3=":443"; ma=2592000,h3-29=":443"; ma=2592000
Vida de vidro
skip to main |
skip to sidebar
Como cegos de emoções
Vida de vidro
segunda-feira, dezembro 24, 2012
domingo, outubro 28, 2012
A qualidade de eterno
For a taste of eternity by hypnotic
Racionalmente a eternidade não
existe. Nada está destinado a ser eterno. A não permanência das coisas e dos
sentimentos é uma regra que implicitamente conhecemos e que nos faz recear o
que nos tira da nossa zona de conforto. Afinal para quê? Tudo acaba.
No entanto, por vezes,
deparamo-nos com algo que ficará em nós para sempre, ainda que na crua
realidade não fique. Há um reconhecimento inconsciente dessa “qualquer coisa”
que tem a qualidade da eternidade. Contra todas as evidências e probabilidades,
algo se aloja dentro de nós para sempre. Desaparecem medos e dúvidas. O que tem
a qualidade de eterno é conhecido e aceite.
Hoje, agradeço aquilo que, para
mim, tem a qualidade de eterno. Sei lá porquê hoje. Os dias não têm, em si,
qualidades diferentes. Somos nós que os fazemos diferentes. Hoje eu quero um
dia de sorrisos partilhados. Plenos de eterna cumplicidade.
segunda-feira, setembro 24, 2012
Presença do Outono
Na soleira da porta
a sombra avança
sem mais aviso.
Só a ténue mudança
da cor dos dias
e a leve brisa dançante
na persistência do sol.
O ligeiro arrepio da tarde
e a indefinida melancolia
tão estranha e tão conhecida.
Fora dos postais de cor dourada
entregamos alma e corpo
à inevitável presença do Outono.
domingo, julho 29, 2012
Cegos de emoções
Como cegos de emoções
deixamos as palavras perderem-se
caídas nos interstícios do real
arrastadas nas margens da vida.
Véus tapam-nos os olhos abertos
todos os poemas perderam
o seu dizer primordial
não vemos a essência dos outros
que à nossa frente se rasgam.
Lentamente perdemos o fôlego
não vemos, não ouvimos
não respiramos.
Subscrever:
Comentários (Atom)
Acerca de mim
- vida de vidro
- Tenho mais dúvidas que certezas. Procuro encontrar respostas dentro e fora de mim.
Outros sítios onde me encontram
Por onde já estive noutras "vidas"
Tenho colaborado
Ligações de vida
Marcadores
- 25 de Abril (2)
- Brincar com palavras (1)
- Coisas... (18)
- Curtas (27)
- Da tristeza (7)
- Despedida (1)
- Dias diferentes (20)
- Escritos da ilha (3)
- Estações (5)
- Haiku (4)
- histórias de Filomena (4)
- Ideias para contos (11)
- Inquietação (1)
- Jogo das 12 palavras (7)
- Memória (1)
- música (1)
- Olhares (8)
- Outras vidas (3)
- Outros olhares (27)
- Palavras antigas (15)
- palavras de outros (2)
- Poesia (109)
- PPP (4)
- Prosa (140)
- Sem olhar (1)
- Textos avulsos (2)



