Um banho espumante, eles preparam.
Ela meteu no fundo da banheira o produto concentrado perfumado a baunilha, e abreu a torneira.
A casa de banho é sem janelas e para alumiar,
plantou tudo a volta velinhas para aquecer
as almas e alumiar os olhos e os corpos.
Ele entrou na espuma,
ela deixou se escorregar no corpo dele…
e acabou por se instalar entre as pernas dele.
Ele tinha ligado uma musica de fundo.
E assim ficaram saboreando aqueles instantes;
descançando depois daquela maravilhosa noite.
Os dois corpos eram levezinhos naquele elemento,
moviam se com facilidade,
se juntavam e estava a ser agradavel.
De baixo daquela espuma tudo era permitido,
as mãos percoriam os corpos,
passando pelos sitios sensiveis.
Assim molhadinhos, as caricias tinham outro cheiro,
outro gosto, os beijos molhados eram espumantes.
Ela olhou para ele quando reparou que ele estava com um ar muito sério.
esse ar,
ela o conhecia,
era aquele desejo que tinha voltado.
Ela virou se para ele, deitada por cima dele
e devagarinho levou o pénis dele durinho até a vagina.
Ele a agarrou fortamente contra ele
e deixaram se ficar assim,
sentindo emoções, um bém-estar,
podiam assim ficar o resto da eternidade,
estavam numa viagem fora dos tempos,
uma viagem inter-temporal,
estavam num navio que os levava para onde eles desejavam,
e assim chegaram ao céu…





















ó deixou estes rastos…































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