Deverá o enorme retrato do presidente Mao continuar por cima da porta da Praça Tianan-men?
Jung Chang,, expõe novos pormenores espantosos no seu novo livro, Mao The Unknown Story (Mao: A História Desconhecida).
Autora do best-seller internacional Cisnes Selvagens, os lucros deste êxito literário foram utilizados por ela e o seu marido, numa investigação profunda sobre Mao, que previam durar cerca de dois anos, mas se prolongou por mais de uma década.
Familiares e pessoas do círculo mais íntimo de Mao que nunca tinham falado antes (intérpretes, criados, guarda- costas, médicos, namoradas) e pessoas fora da China com quem este teve uma ligação significativa foram outras das fontes. Pesquisaram em arquivos na China e na Rússia, tendo acedido a antigos documentos secretos da União Soviética.
A biografia "Mao - A História Desconhecida" não será publicada na China, onde Mao ainda é venerado como um herói revolucionário na comunicação social e no ensino. Por esse motivo, Jung Chang e Jon Halliday, que residem actualmente em Londres, consideram que o grande objectivo da biografia é ser lida pelos chineses, uma vez que se trata da sua própria História.
O nome da exposição significa "não-escola" e com ele Hirschhorn quis rejeitar os princípios de formatação do pensamento. Ao mesmo tempo, foi a mesma instituição que serviu de mote aos dez espaços cedidos por Serralves, temporariamente convertidos em sala de aula atípica. Thomas Hirschhorn explicou que a ideia consistiu em criar um espaço mental, para que a mente das pessoas possa entrar em funcionamento. "Não queria que 'Anschool II' fosse como um museu, onde a arte é apresentada para ser celebrada. A arte será discutida aqui, num ambiente familiar a todos", afirma.
No total, 1600 metros quadrados são povoados por globos, mapas, bancos e carteiras, a par de esculturas várias, textos impressos do autor, televisores com imagens de arquivos, entre outras construções.
Em "Anschool II" estão condensados 20 anos de carreira, da qual nunca esteve alheada a crítica política e social.
Através do uso de materiais do dia-a-dia, o discurso artístico de Hirschhorn é dado a excessos, em cores, quantidades e formas, não porque o artista seja "obsessivo, mas porque acredito que só assim é possível a mudança". "A arte é uma ferramenta", conclui o artista suíço. Em "Anschool II" há "excesso de informação, acção e energia", acrescenta João Fernandes.
Opinião pessoal: O "excesso" é marcante. Queria absorver mais mas a capacidade de retenção estava no limite. Cores, muitas cores, frases, divagações por todo lado. Recolhia os panfletos informativos cada vez com maior interesse. Quem é este homem? Um filosofo? escultor? artista? Dominam as contradições. Uma grande exposição perante a qual não se fica indiferente mesmo que se entenda pouco de "Arte", ganhou uma fã.
Listen to the girl As she takes on half the world Moving up and so alive In her honey dripping beehive Beehive It's good, so good, it's so good So good
Walking back to you Is the hardest thing that I can do That I can do for you For you
I'll be your plastic toy I'll be your plastic toy For you
Eating up the scum Is the hardest thing for Me to do
Trago a doçura dos que aceitam melancolicamente. E posso te dizer que o grande afeto que te deixo Não traz o exaspero das lágrimas nem a fascinação das promessas Nem as misteriosas palavras dos véus da alma... É um sossego, uma unção, um transbordamento de carícias E só te pede que te repouses quieta, muito quieta E deixes que as mãos cálidas da noite encontrem sem fatalidade o olhar [ extático da aurora.
Memoirs of a Geisha.Realizado por Rob Marshall, a obra de Arthur Golden chega aos cinemas em dezembro. Uma frecha recentemente aberta, o misterioso mundo das geishas na complexa cultura japonesa. Como é um dos meus livros favoritos não posso deixar de recomendar a sua leitura.