A internet hoje é notoriamente um dos meios mais vívidos para propagações de ideias e opiniões. É a porta para muitos “gênios da atualidade” divulgarem suas obras e, não só isso, mas também receberem o devido reconhecimento. Entretanto o que mais se vê são críticas e mais críticas. Não para construir, mas com sentido do querer destruir.
Hoje você tem uma idéia e desenvolve a mesma a fim de dá-la subsídios suficientes para uma boa sustentação e argumentação. Faz o trabalho dando tudo de si, fazendo pesquisas, vendo documentários e até mesmo lendo livros e livros. Desenvolve uma teoria, um vídeo, uma simples dissertação e posta na internet, seja no YouTube, no Blog ou por qualquer outro canal, mas com o devido carinho. O que acontece é que não muitos minutos depois de publicar sua ideia você é “achincalhado”. Noventa por cento dos comentários são totalmente destrutivos e sem qualquer conteúdo. Muitas das vezes encontramos até ofensas desnecessárias e sem qualquer tipo de reconhecimento. Difícil de acreditar se ao menos a pessoa se deu trabalho de ler e entender. ![]()
Muitos artistas por conta disso preferem não mais utilizar certos canais na internet como ponte para publicação de suas ideias. Isso gera um fenômeno onde o conteúdo digital fica cada vez mais pobre e diminuindo cada vez mais o espaço para aquilo que era, inicialmente, o objetivo da inclusão digital: a informação. Estaremos, cada vez mais, perdendo nossos artistas bons e no lugar ganhando mais vídeos de novos grupos de funks e letras infestadas de conteúdo de baixo calão.
Tudo é uma questão de opinião. Percebemos que não respeitamos a opinião do próximo quando sentimos a necessidade incontrolável, de alguma forma, de atacar o outro. Alguma forma de denegrir seus ideais perante o resto dos internautas. Não se sabe se ou é porque realmente acredita em outra coisa, ou porque também quer se sentir incluído digitalmente. “Guerras digitais” começam assim, como todas as outras.
Respeitar a opinião do internauta não é acatar tudo o que o mesmo posta na internet, mas respeitar e saber identificar o sentimento que o mesmo coloca em seu trabalho. Que faz aquilo com o propósito de compartilhar aquilo que acredita ser útil e importante para que o próximo saiba. Desde a comédia até o documentário. Há um ser humano por trás de tudo em busca de pessoas que pensam da mesma forma que ele. Saibamos valorizar esse trabalho e reprimir, agora sim, os que estão na rede como se fossem pichações nas paredes das ruas.


a todo o momento nos deparamos com pequenos fragmentos de ações, que tem o intuito de nos indicar um ‘bom’ candidato, ou que o prefeito, governador, presidente… de tal partido fez e faz muito pelo pais e por isso devemos apoiar seus colegas de partido.


