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República dos Pêssegos
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República dos Pêssegos
Alguém começou por dizer... é preciso um Blog para o Carlinhos e insistiu e fez campanha... e ele nasceu. Por isso este Blog pretende ser nada mais, nada menos que um «sítio» para os meus disparates, pancadas, ressacas e outras coisas mais que começam por algo que não me lembro.
domingo, outubro 07, 2012
terça-feira, setembro 18, 2012
"La Vie en Rose -- Sem vontade de partir" de Carlos J. Barros
Apresentação de Ana Lourenço
Dia 13 de Outubro pelas 19 horas no palácio das Galveias. Lisboa
"Mãe, não tenhas medo de partir, prometo-te que vou escrever sobre os teus olhos, os mais belos que conheci."
Julieta, uma mulher de armas habituada a lutar, vê-se confrontada com o seu mais cruel desafio -- um maldito tumor que se apoderou dela sem permissão. Não baixa os braços e empreende uma luta feroz contra a doença.
Ao som de "La vie en rose" sofremos com Julieta, sentimos a sua dor silenciosa e apaixonamo-nos por ela.
Pela mão de seu filho conhecemos a sua grande paixão por Henrique e o irromper, pujante, do primeiro amor. São inúmeras as cartas apaixonadas que ambos trocaram entre si e que nos transmitem um amor desenfreado, mas sofrido, repleto de emoções únicas que ultrapassaram barreiras e preconceitos. A chegada de uma carta, o céu que se abre... São escritos que ficam gravados para sempre, recordações que não se esquecem, uma autêntica vida.
"La vie en Rose" não é uma história com final feliz, mas respira-se nela felicidade e uma doce nostalgia na evocação do passado de Julieta. Uma história tocante, arrebatadora e que todos gostaríamos de ler, sobre a melifluidade e o poder transformador do amor, a alegria, a dor da perda...
Eis um hino de amor, numa intensa sinfonia verbal pintada em cores alegres, de um filho para a sua Mãe.
"O seu sorriso estende-se, de onde Ela está, até aqui. Vejo-o agora. Está aqui poisado na minha mão, na palma. Sei onde Ela está e quem encontrou."
Julieta, uma mulher de armas habituada a lutar, vê-se confrontada com o seu mais cruel desafio -- um maldito tumor que se apoderou dela sem permissão. Não baixa os braços e empreende uma luta feroz contra a doença.
Ao som de "La vie en rose" sofremos com Julieta, sentimos a sua dor silenciosa e apaixonamo-nos por ela.
Pela mão de seu filho conhecemos a sua grande paixão por Henrique e o irromper, pujante, do primeiro amor. São inúmeras as cartas apaixonadas que ambos trocaram entre si e que nos transmitem um amor desenfreado, mas sofrido, repleto de emoções únicas que ultrapassaram barreiras e preconceitos. A chegada de uma carta, o céu que se abre... São escritos que ficam gravados para sempre, recordações que não se esquecem, uma autêntica vida.
"La vie en Rose" não é uma história com final feliz, mas respira-se nela felicidade e uma doce nostalgia na evocação do passado de Julieta. Uma história tocante, arrebatadora e que todos gostaríamos de ler, sobre a melifluidade e o poder transformador do amor, a alegria, a dor da perda...
Eis um hino de amor, numa intensa sinfonia verbal pintada em cores alegres, de um filho para a sua Mãe.
"O seu sorriso estende-se, de onde Ela está, até aqui. Vejo-o agora. Está aqui poisado na minha mão, na palma. Sei onde Ela está e quem encontrou."
sexta-feira, maio 11, 2012
Dentro em Breve nos escaparates - La Vie en Rose - Sem vontade de Partir
"Mãe, não tenhas medo de partir, prometo-te que vou escrever sobre os teus olhos, os mais belos que conheci."
Julieta, uma mulher de armas habituada a lutar, vê-se confrontada com o seu mais cruel desafio -- um maldito tumor que se apoderou dela sem permissão. Não baixa os braços e empreende uma luta feroz contra a doença.
Ao som de "La vie en rose" sofremos com Julieta, sentimos a sua dor silenciosa e apaixonamo-nos por ela.
Pela mão de seu filho conhecemos a sua grande paixão por Henrique e o irromper, pujante, do primeiro amor. São inúmeras as cartas apaixonadas que ambos trocaram entre si e que nos transmitem um amor desenfreado, mas sofrido, repleto de emoções únicas que ultrapassaram barreiras e preconceitos. A chegada de uma carta, o céu que se abre... São escritos que ficam gravados para sempre, recordações que não se esquecem, uma autêntica vida.
"La vie en Rose" não é uma história com final feliz, mas respira-se nela felicidade e uma doce nostalgia na evocação do passado de Julieta. Uma história tocante, arrebatadora e que todos gostaríamos de ler, sobre a melifluidade e o poder transformador do amor, a alegria, a dor da perda...
Eis um hino de amor, numa intensa sinfonia verbal pintada em cores alegres, de um filho para a sua Mãe.
"O seu sorriso estende-se, de onde Ela está, até aqui. Vejo-o agora. Está aqui poisado na minha mão, na palma. Sei onde Ela está e quem encontrou."
quarta-feira, janeiro 05, 2011
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