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O FUTURO PRESENTE
cultura - debate - entrevistas - opinião
domingo, abril 30, 2006
sábado, abril 29, 2006
quarta-feira, abril 26, 2006
Mais um número
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publicada por Miguel Freitas da Costa às
7:29 p.m.
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Eduardo Freitas da Costa
Testamento da Europa,1942
O Príncipe e O Novo Príncipe – Machiavelli e Gama de Castro, 1943.
Marxismo, a Doutrina Falsa, 1945.
Efemérides da História de Portugal, Lisboa, 1950
Fernando Pessoa – Notas a uma biografia romanceada, Lisboa, Guimarães Editores, 1951.
Organização e selecção de
Textos de Salazar sobre Política Ultramarina, 1952.
Prefácio e escolha -
Fernando Pessoa, Selecção de textos, Lisboa, Panorama, 1960.
Seleção e prefácio de
Salazar – Não Discutimos a Pátria, 1961.
Quase História, Lisboa, Panorama, 1962.
Organização e selecção de
Salazar – Antologia, 1966.
"Textos para dirigentes de empresas" – Recolha e ordenação de textos publicados por Fernando Pessoa, na revista de "Comércio e Contabilidade", fora do mercado, da responsabilidade da Cinevoz (agência de publicidade).1969.
Para um retrato de Salazar, Breve in memoriam, Lisboa, Festa do Natal de Cristo, 1971.
Acuso Marcelo Caetano, Lisboa, Líber, 1975.
Portugal Urgente, Lisboa, Edições do Templo, 1978.
Para uma Nova Fundação de Portugal, Lisboa, Edições do Templo, 1978.
História do 28 de Maio, 1979
Spínola: o Anti-general, Edições Fernando Pereira, 1979.
Publicou também vários opúsculos, entre os quais os que dedicou ao "pintor português Velásquez da Silva". Em 1979, fez parte do conselho de redacção especial que preparou o número monográfico da revista "Poesia", editada pelo Ministério da Cultura espanhol, dedicado a Fernando Pessoa, em palavras e imagens, publicado em Madrid, na Primavera de 1980, pouco depois da sua morte.
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publicada por Miguel Freitas da Costa às
7:18 p.m.
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Abril
Shakespeare fazia anos em Abril, no dia 23. Os ingleses assinalaram a data, como é natural. Num artigo do Daily Telegraph escreve-se que, como de costume, os jornais se queixaram em coro de que "as crianças das escolas já pouco conhecem a sua obra". No entanto, sublinha o articulista, "basta a qualquer pessoa de língua inglesa abrir a boca para quase sem falta estar a citar o seu maior escritor, tenha ou não consciência disso". E depois cita uma série de frases correntes em inglês que todas elas vêm do Bardo. O número de títulos de romances, poemas e expressões idiomáticas que na cultura anglo-saxónica têm a mesma procedência é realmente impressionante: basta começar a fazer uma lista dessas ocorrências, como já fiz, para ver que nunca mais acaba. Em Portugal passa-se um bocadinho o mesmo com Camões ou, hoje, Pessoa, mas não me parece que numa proporção comparável: nunca cultivámos o conhecimento e frequentação dos nossos grandes escritores e nos últimos trinta anos muito menos.
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publicada por Miguel Freitas da Costa às
7:14 p.m.
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segunda-feira, abril 10, 2006
A Mania da Perseguição
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publicada por Anónimo às
10:14 a.m.
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sábado, abril 08, 2006
Portugal em Marrocos

Os portugueses não somos bons a divulgar aquilo que de melhor fazemos. Somos sempre hipercríticos a respeito de tudo e de todos, mas quantas vezes não realizamos feitos extraordinários cujo impacto acaba por ficar limitado pelo desconhecimento generalizado acerca dos mesmos. De facto, nunca fomos bons em termos de marketing e de "venda" do nosso produto.
Serve isto para introduzir o tema da exposição Marrocos, Portugal e o Mar. Um espaço comum que, durante o passado mês de Março, esteve aberta ao público na histórica cidade de Arzila, em Marrocos. Organizada pela Comissão Portuguesa de História Militar (CPHM) e pela sua congénere marroquina, e sob o alto patrocínio de Sua Majestade o Rei Mohamed VI e do Ministro da Defesa Nacional, esta mostra integrou-se nas Comemorações do 230º aniversário do estabelecimento de relações diplomáticas entre os dois países e dos 50 anos das forças armadas marroquinas.
A exposição, que se espera poder ser vista em breve em Lisboa, foi inicialmente patrocinada e acarinhada pelo então Ministro de Estado e da Defesa Nacional, Dr. Paulo Portas, e teve na sua origem o entusiasmo de pessoas como a Dra. Célia Batalha, da Direcção-Geral de Infra-Estruturas do MDN. A sua realização foi depois assegurada, de forma notável, pelo General Alexandre de Sousa Pinto, Presidente da CPHM, e pelos respectivos Comissários, Prof. Rui Carita e Prof. Mohamed Abdeljalil El Hajraoui.
Este evento, que contou com a presença de uma numerosa e interessada assistência, entre a qual diversas personalidades locais, exibiu diversas peças pertencentes a museus marroquinos e outras oriundas dos Museus Militar e de Marinha, bem como de várias colecções particulares.
De referir, finalmente, o magnífico catálogo em edição bilingue - em português e árabe -, cuja capa ilustra este post.
O MDN, e em particular a CPHM, estão de parabéns por uma iniciativa que muito prestigiou o nosso País!
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publicada por Bernardo Calheiros às
12:05 a.m.
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quarta-feira, abril 05, 2006
Morreu o Coronel Fabião
Mas durante curtíssima passagem pelo Governo da Guiné, para onde foi nomeado pelo Presidente da República provisório, General Spínola, foram fuzilados pelo PAIGC, num território ainda sob a Administração portuguesa - e a autoridade máxima era o Coronel Fabião - dezenas de comandos e fuzileiros guineenses ao serviço das Forças Armadas Portuguesas. Um episódio conhecido e vergonhoso, entre muitos semelhantes da época. Só para que conste.
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publicada por jaime nogueira pinto às
6:31 p.m.
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segunda-feira, abril 03, 2006
Richard Fleischer
A carreira de Richard Fleischer cobre muito terreno. Entre os filmes que realizou está uma das primeiras adaptações para cinema de um romance de Elmore Leonard, Mr. Maverick, com Charles Bronson, que não é um dos seus melhores filmes nem um dos melhores romances do autor, hoje conhecido entre outras coisas por ter escrito os best sellers em que se basearam Jackie Brown, de Quentin Tarantino, Out of Sight, de Steven Soderbergh e Get Shorty, com John Travolta, de Barry Sonnenfeld.
Na capa do nosso número 38 usámos um fragmento de uma das ilustrações de Ron Cobb para os cartazes de Conan, o Bárbaro, de John Milius, um filme dos primeiros tempos da carreira do actual Governador da Califórnia,que teve uma sequela, Conan the Destroyer, ao que parece desastrosa (mas não é a opinião de muitos espectadores, pelo menos do que comentam o filme na IMDb), dirigida por Fleischer.
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publicada por Miguel Freitas da Costa às
8:42 p.m.
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