It is our responsibilities, not ourselves, that we should take seriously.
- Peter Ustinov
| CARVIEW |
Select Language
HTTP/2 200
content-type: text/html; charset=UTF-8
expires: Thu, 29 Jan 2026 01:33:33 GMT
date: Thu, 29 Jan 2026 01:33:33 GMT
cache-control: private, max-age=0
last-modified: Sat, 05 Oct 2024 04:11:59 GMT
etag: W/"c27c3bf0f2bab9bdd6262646956fb771e9efa21f4cdbb9d46099ed3b0ef2f271"
content-encoding: gzip
x-content-type-options: nosniff
x-xss-protection: 1; mode=block
content-length: 10844
server: GSE
alt-svc: h3=":443"; ma=2592000,h3-29=":443"; ma=2592000
Elephant Parade
skip to main |
skip to sidebar
Elephant Parade
"O melhor poeta é o que entrega o pão de cada dia... a entrega da mercadoria: pão, verdade, vinho, sonhos...é uma ração de compromisso" Pablo Neruda
Saturday, November 7, 2009
Sunday, October 11, 2009
Thursday, October 1, 2009
some say that maturity is a bitter disapointment, is it like that for you?
Three years ago I wrote the text below and today is very hard to agree with myself.
i don't believe in any religion, any politic regime that can save the world or even a country, any countries or frontiers. i don't believe in the perfect life style, healthy food and exercise are not the answer for everything. i don't believe you can help those who don't want to be helped. i don't believe you can make one person happy. i don't believe you have a lot to say. and that you can judge others.
i don't believe in many things.
i believe in this. i believe in people. i believe in generosity and in being grateful, in thanking each gift you acknowledge. i believe in faith, prayers, carols, meditation. i believe in affection, hugs, kisses, smiles. i believe in music, in hearing each word or none, closing your eyes while the melody reaches perfection. i believe in being spontaneous, opinions, movements, songs. i believe in sensivity, in thinking about the homeless that begs on your feet, in the old lady that searches food in the bin, in changing place to allow a couple to be together.
mainly, i believe in you
i don't believe in any religion, any politic regime that can save the world or even a country, any countries or frontiers. i don't believe in the perfect life style, healthy food and exercise are not the answer for everything. i don't believe you can help those who don't want to be helped. i don't believe you can make one person happy. i don't believe you have a lot to say. and that you can judge others.
i don't believe in many things.
i believe in this. i believe in people. i believe in generosity and in being grateful, in thanking each gift you acknowledge. i believe in faith, prayers, carols, meditation. i believe in affection, hugs, kisses, smiles. i believe in music, in hearing each word or none, closing your eyes while the melody reaches perfection. i believe in being spontaneous, opinions, movements, songs. i believe in sensivity, in thinking about the homeless that begs on your feet, in the old lady that searches food in the bin, in changing place to allow a couple to be together.
mainly, i believe in you
MJ, 2006
Monday, September 21, 2009
A patologia e o cinema
A arte é um retrato da natureza, diziam alguns filósofos, que obviamente nunca viram filmes americanos.
Dou por mim a pensar nas patologias representadas nos filmes e em como as suas prevalências estão distorcidas. São raras doenças comuns como: AVCs (ao contrário do enfarte do miocárdio, uma vez que o coração é muito cinematográfico), carcinomas do cólon, infecções urinárias ou artroses.
Acima de tudo, o tipo de filme determina a existência de certos tipos de doença.
Nas comédias são clássicas as diarreias e flatulência (mais frequentemente resultantes de intoxicações alimentares ou laxantes que põem nas bebidas das vítimas), as constipações e as fracturas inocentes sempre imobilizadas com enormes talas gessadas.
Doenças benignas das quais é fácil rir, portanto.
Os dramas escolhem as leucemias e a tuberculose como doenças de eleição: as protagonistas são magras e de aspecto vulnerável e a evolução pode ser rapidamente fatal (óptimo para o ritmo do argumento). Para desfechos dramáticos, nada como um enfarte do miocárdio fatal ou uma hipoglicémia consequente de uma diabetes tipo I (insulinodependente) para acabar com a vida da personagem normalmente adorada durante a trama.
Os filmes de terror costumam parasitar vírus causadores de febres hemorrágicas, o mais célebre, o ébola.
Mas o que eu gosto mesmo é quando me conseguem fazer rir mesmo quando a personagem principal tem cancro, é quando os dramas não necessitam de doenças fatais para ganharem força, quando as personagens e envelhecem e ganham artroses e varizes e até uns quilos a mais.
Esse é o cinema que procuro.
Thursday, September 10, 2009
Wednesday, September 9, 2009
geocaching
Existem caixas escondidas nas nossas cidades. Dentro, mensagens de todas as pessoas que já encontraram a caixas.
Descobrem-se sítios, pessoas, palavras...
O site é geocaching.com, onde quando nos inscrevemos nos dão as coordenadas (GPS) das caixas.
Estou a pensar usar este conceito como novo passatempo!
Descobrem-se sítios, pessoas, palavras...
O site é geocaching.com, onde quando nos inscrevemos nos dão as coordenadas (GPS) das caixas.
Estou a pensar usar este conceito como novo passatempo!
Subscribe to:
Comments (Atom)
Visitas Frequentes
- 7 Mistérios
- Absurd is so Underrated
- até onde vais com 1000?
- Calisto
- Coimbra de contrastes
- Condição Humana
- Corpo Dormente
- Diário Gráfico
- Em Madrid
- Em Palermo
- Espaço do Zeca
- Estação do sofá
- Eternal Sunshine
- Fernando Alvim
- Loopings
- Marilia
- Menina Azul
- old Castles
- Open Windows
- Paraíso dos Tolos
- Porta aberta
- Rita Redshoes
- Simples Amador
- Steamed Cauliflower
- vida em Markl